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Férias escolares: 5 ideias para garantir diversão em família

As férias escolares do meio do ano chegaram! Mas, para boa parte das famílias, junto com o descanso chegam os desafios sobre o dia a dia das crianças neste período.

Pensando nisso, o Programa Escolas do Bem reproduz algumas dicas de atividades criativas, divertidas – e, de preferência, sem consumo e uso passivo de telas – selecionadas originalmente pelo Instituto Alana.

Desejamos que o mês de julho, época de férias escolares, seja recheado de brincadeiras, encontros, natureza e sustentabilidade. Confira!

1- Nessas férias escolares, muita natureza

Nas férias escolares, é válido incentivar o contato da criança com a natureza, como nessa foto que mostra pai e filho pegando um vaso

Que tal propor às crianças atividades e passeios fora de casa? O contato com a natureza – seja em um passeio no parque, um mergulho no mar ou mesmo uma volta em alguma área verde do bairro – estimula todos os sentidos dos pequenos e contribui com seu desenvolvimento integral.

Reúna os pequenos, familiares, vizinhos e amigos e organizar um piquenique ao ar livre recheado de brincadeiras como pular corda, amarelinha, esconde-esconde ou pega-pega. Pode ser no parque, na pracinha, ou mesmo no condomínio.

Além da natureza, passeios por pontos históricos, centros culturais e bibliotecas da sua cidade, por exemplo, também são oportunidades para descobrir novos espaços públicos e ampliar sua relação com eles.

E não deixe de participar dos eventos da campanha #UmDiaNoParque no dia 21 de julho! São passeios, trilhas, exposições e palestras em diversos parques no Brasil inteiro.

2- Brincar, brincar e brincar

Correr, subir em árvores, pular em poças de água, são atividades importantes para os pequenos e pequenas. Deixá-las brincar livremente – sem direcionamento dos adultos – além de fundamental para o seu desenvolvimento integral, estimula a imaginação infantil.

Quantas vezes você notou que seu filho ou filha transformou um objeto em outro, totalmente diferente? Um graveto pode virar uma varinha mágica, a poça d’água um rio para um barquinho de papel, por exemplo. No site do Território do Brincar há diversas brincadeiras inspiradoras de diferentes regiões do Brasil.


3- Trocar brinquedos é (muito!) mais legal do que comprar

Já pensou em organizar uma Feira de Troca de Brinquedos? Criada pelo programa Criança e Consumo, a atividade é uma maneira de fomentar a reflexão sobre os apelos ao consumismo na infância, além de incentivar que as crianças interajam entre si, a partir das trocas de brinquedos.

A Feira é uma alternativa sustentável de lazer e promove colaboração, socialização e criatividade entre a criançada, ao estimular que elas deem novos significados aos seus brinquedos.

Além das trocas, esses encontros apresentam novos hábitos e é possível ensinar que trocar pode ser muito mais divertido do que comprar.

4- Organize uma mini sessão de cinema em casa

Outra dica é organizar uma exibição especial de cinema em casa: vale recorrer a DVDs, serviços de Streaming, mas uma boa dica é a plataforma Videocamp, que reúne centenas de filmes inspiradores gratuitos.

Entre eles, estão opções de animações curtinhas para as crianças. Selecione dois ou três vídeos, assista junto e, na sequência, converse com os pequenos sobre o que vocês viram e aprenderam.

Deixe à disposição lápis de cor e papéis, caso elas queiram escrever ou desenhar sobre a animação. Quinze minutos de cinema podem render horas de papo e lazer!

5- Brincar é assunto sério

Brincar é um assunto tão importante que é um direito da criança previsto no artigo 31 da Convenção sobre os Direitos da Criança, no artigo 16 do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) e no artigo 227 da Constituição Federal.

Deixar as crianças terem o próprio tempo, possibilita que elas também encontrem o espaço para o ócio, seja descansando, contemplando o espaço onde estão ou descobrindo com seus próprios recursos e ideias o que fazer

. Essas oportunidades são muito importantes para o desenvolvimento infantil. Lembre-se que você não precisa entreter a criança o tempo todo e que, quando os momentos de tédio e ócio são preenchidos por tempo de tela passivo, a criança está perdendo a chance de lidar com seus pensamentos e usufruir da sua própria companhia.