Saiba como evitar problemas com a pele do bebê durante o verão

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Calor, piscina e praia oferecem refresco nos dias mais quentes e são diversão garantida para as crianças. Porém, alguns cuidados são fundamentais para curtir a estação mais quente do ano sem prejudicar a pele e a saúde do bebê. Veja as dicas da pediatra, Dra Sabrina Battistella, sobre as principais dúvidas de pais e cuidadores com relação ao tema.

Exposição ao Sol

“O bebê não deve ser exposto diretamente ao sol durante os seis primeiros meses de vida. Após essa idade, o sol está liberado com bastante moderação. Recomenda-se que o bebê tome banho de sol entre 5 a 10 minutos diariamente antes das 10h da manhã ou depois das 16h”.

Assaduras

“No calor, transpiramos mais, o que pode aumentar a incidência de assaduras. Além disso, devido ao fato de os bebês ainda estarem desenvolvendo suas glândulas sudoríparas, eles são mais vulneráveis ao calor, o que pode ocasionar alguns problemas de pele como vermelhidão, ressecamento e brotoejas. Por isso, é fundamental fazer a troca de fraldas e a limpeza correta da área sempre que necessário e sempre aplicar cremes preventivos de assadura, evitando assim o aparecimento desses problemas”.

Hidratação

“Essa é uma questão que merece atenção durante o ano todo, pois a pele do bebê é bastante delicada e pode ser prejudicada quando exposta ao sol, ar condicionado e cloro de piscinas. Para manter a pele sempre hidratada e saudável é recomendado passar creme hidratante ou óleo pelo menos uma vez ao dia, como logo após o banho. Vale ressaltar que todos os produtos usados devem ser desenvolvidos especialmente para a pele do bebê”.

Banho

“É indicado que a água do banho seja morna, e não quente. Além disso, a duração deve ser no máximo 10 minutos. Esses dois fatores já diminuem a perda de água da pele. Outro ponto importante é usar produtos que tenham o pH ligeiramente ácido, assim como é a pele do bebê, garantindo uma limpeza suave, sem ressecamento da pele. É ainda melhor se o sabonete usado for líquido ao invés de barra, pois eles são mais suaves e fáceis de aplicar”, explica Sabrina.

Fonte: Sabrina Battistella, pediatra.

 

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Este conteúdo é publicado na revista NA MOCHILA e compartilhado pelo Programa Escolas do Bem, do Instituto Noa.