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Saiba como impor limites quanto ao uso do videogame

videogame

O videogame cada vez mais no dia a dia das crianças. Mas apesar de trazer benéficos para o desenvolvimento cognitivo dos pequenos, é necessário supervisão e monitoramento do pais.

É certo que na hora de brincar vale de tudo: soltar pipa, brincar de boneca, pular corda e até mesmo jogar videogame. No entanto, os jogos eletrônicos precisam de um acompanhamento mais próximo dos pais.

“Pode-se considerar uma distração bastante prazerosa. O que ocorre é que também é uma atividade individualizada e que pode provocar certa dependência. Em alguns casos não só a dependência como a agressividade. Essa demonstrada inclusive nos momentos em que é necessário interromper o jogo. Também podem ficar atentos a essas questões, a princípio só observando e caso necessário, vir a interferir”, salienta Magda.

No mercado existe uma variedade de jogos que foram elaborados para famílias e essa é uma excelente oportunidade para estreitar a convivência. Outros são utilizados pelas instituições de ensino, como o Minecraft-lego digital.  Os alunos que exploram esse jogo, futuramente poderão ser incentivados a um projeto de robótica, por exemplo.

“Ainda podemos citar os jogos em família Nintendo.Wii apresenta uma variedade de jogos educativos, são fáceis de jogar e estimulam a participação da família. Outras boas opções são Xbox e Playstation. Evite os jogos violentos e os individualizados”, completa Magda.

 

Fonte: Magda Asenete, pegagoga e diretora da In Company.

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Este conteúdo é publicado na revista NA MOCHILA e compartilhado pelo Programa Escolas do Bem, do Instituto Noa.

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